Depois que li, há dois dias, não mais esqueci daquela pergunta que F. Pessoa lançou sem pretensão de resposta.
Há dois dias não deixo de pensar em você, logo após lembrar da pergunta que, segundo Pessoa, não tem possibilidade de resposta.
Como queria saber, de uma vez, o que se passava por trás das palavras que me disse, quando o meu silêncio indicava mais confusão que introspecção. Na tentativa de interpretar outra alma, me perdi, confundi.